DIA DE MAIO
Você sabia que coração também transpira?
Pois, sim!
E o meu transpira alegria.
Sinto o amor de meu Deus acordando meu coração.
E eu posso ouvir Sua melodia.
E eu estou tão apaixonada por tudo que eu vejo.
Ouça a música que meu Pai entoa, que alegria!
Na tarde nublada,
ensolarava em meu coração aqueles momentos
tão belos, tão palpáveis,
momentos que a gente vive que são
uns momentos de pura arte!
Tanto que naqueles momentos esqueci de analisar
a saudade que depois me deixariam
e me faria versar.
As folhas, conforme contei a doce amiga minha,
atapetavam úmidas o chão das calçadas,
das ruas estreitas, levadas pelo vento
denunciavam o outono.
Vento perfumoso dum dia chovido...
O lindo outono que fazia fundo para a vida
que mansa e como sempre, sempre
discorre no Planalto de Curitiba.
Nas mansões tão elegantes
os bosques de araucárias e eucaliptos
perfumavam o ar gelado do dia.
As flores caídas por toda a parte
toda a parte
enchiam tudo de beleza.
E estávamos perdidos!
Pegaram a rua do caminho e tornaram-na sem saída...
sem saída...
sem saída...
Procura, busca, caça;
sem saída... sem saída...
A Rosa Amorosa precisando de atenção,
precisando de atenção!
Dois meses de espera!
Se o condutor amado tão nervoso não estivesse,
decidido a ir embora por conta da hora justa,
pediria ao Senhor que nos mostrasse o caminho.
Sim, eu pediria, pois certa estou
que ele endireita o caminho errado
e desentorta o que não está direito.
Quando o auto tornou, virou, manobrou,
(sem consulta, pergunta, parada, nem boca que vai à Roma)
por todas aquelas ruas e avenidas curitibanas deslizou,
lá estávamos diante da bela e arborizada rua
onde se encontra
o Instituo Neurológico do Paraná.
A consulta da Rosa Amorosa estava salva,
que alegria!...
"Isso é coisa de Elohim" - disse tranquilo e exultante
aquele que foi encontrado.
Conduzido, guiado, manejado, levado.
Muito bem colocado.
Sim, era. Eu lhe contei de todas as vezes
que minha mãe se perdera em tenebrosos caminhos
e que, tendo orado, pedido, rezado,
o pai a colocou de volta no sentido.
Se faz a vida de pequenos-grandes milagres
E assim se justifica aquele que guarda a fé.
Que alegria!...
Mas, sozinha e em casa, com sua madrinha,
a Princesa, outra esmerada, via desenhos e convalescia, convalescia...
Aline N. T. -- 15h55min
quinta-feira, 31 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Poesia -- Raquel De Vestido Vermelho
Postado originalmente em: Facebook
Raquel De Vestido Vermelho
a Sarah disse morango
maçã, até uma cerejinha
a mamãe concorda...
a mamãe concorda...
Mas sabe mesmo o que eu sou?
ah, o que eu sou?
O amor da minha irmãzinha!
É a primeira vez que uso um vestido
e fiquei assim pimpolha,
no colo da mana
quentinha;
fiquei muito Piúla, isso sim!
Fiquei:
cheia de cor
uma flor
um amor
não, uma rosa amorosa,
vermelha como o amor
alva, pura... dengosa
doce como uma cordeirinha!
Aline N. T. -- 14h20min - 17.05.2012
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domingo, 27 de maio de 2012
O que você tem a fazer?
O que o Criador gostaria que você, meu amigo, minha amiga, fizesse num dia de domingo?
Beba os dias, um a um, como quem come o "pão nosso de cada dia" que o Senhor nos tem concedido.
Seja Feliz! Faça os outros FELIZEEEESSSSSSSSS.............
Certamente, o domingo que eu tive hoje foi inesquecível.
A Sarah pegou catapora na semana que se passou. Seus olhos estavam caidinhos. As pálpebras inferiores e superiores muito vermelhas, inchadas. Ela sempre terna e meiga, sempre tratável minha querida filhinha. Mas, ah, tão tristinha. Parte o coração de mãe! Imaginem o que é ter que usar luvas para cuidar de sua própria filha, por receio de passar o vírus malvado para a outra filha, que te parece tão indefesa? Eu sei, muitas mães passam por isso. Mas, sei também, para cada uma em particular é uma dor particular. Eu vivo as coisas muito intensamente.
Geralmente não me desespero. A maioria das coisas não estão sob minhas forças, minha autoridade. Faço o que está ao meu alcance, mas sofro...
Foi uma semana difícil. Seria ainda mais se eu não tivesse uma marido tão companheiro, sempre pronto a me ouvir quando estou mal, a me ajudar a cuidar dessas pequenas que o Senhor nos confiou.
Uma ferida horrível se formou na testa da Sarah. Primeiramente achamos que era picada de pernilongo. Eu fiquei desconfiada, mas só quis acreditar que ela estava com catapora quando muito tarde da noite fui lhe dar banho e suas costas estavam crivadas das coceirentas feridinhas. Como impedi-la de coçá-las?
Ela queria me abraçar e não podia. Então dei um jeito de criar um modo para ficarmos perto sem me arriscar, uma nova brincadeira... E que, a noite, ela não podendo dormir conosco e nesse frio! (Com o novo membro na família tratamos de arrumar uma cama nova para caber todo mundo! Foi o melhor presente de dia das mães que já ganhei!) O Matheus ia ficar com ela, lá em seu quarto, até que dormisse...
Eu havia combinado de levá-la no domingo, hoje, para brincar com seu primo, o João Pedro.
Ele mal podia esperar, atormentando a vida de sua mãe que queria a Sarah.
E ela... ah, a Sarah sonhando em brincar com ele.
Ela me ligou para confirmar e eu disse que talvez não pudesse ir, por causa da situação da Sarah. Então, ela disse que se a Sarah estivesse se sentindo bem até lá, que fosse; ela preferia que o filho pegasse catapora que ficasse sem brincar com a prima Sarah. Qual é o preço disso? Simples: Não tem.
A Sarah ficou muito feliz e contava o tempo que faltava para o percurso de uma casa a outra terminar.
No fim, passamos um dia maravilhoso, com pessoas divertidas, comendo, conversando, ouvindo histórias de um modo descontraído, tão único. Uma cena típica de um dos meus romances... (!) E a Sarah, reverdeceu de alegria. Espuletou tanto, mas tanto no dia de hoje que quando chegou em casa quase desmaiou de sono... só que aí ela teve vontade de desenhar e ouvir minhas conversas "de adulto". E eu me lembro quando era criança e AMAVA conversa de adulto.
Depois, eu estava pensando...
Onde meu Pai Celestial gostaria que eu estivesse hoje, nesse dia de domingo?
Além daqueles que amo naturalmente, além daqueles que me fazem felizes, além daqueles que tenho obrigação de servir (eu pedi e ele me deu uma família para cuidar e para cuidar de mim, é assim que Ele nos cuida) era importante que no domingo, na segunda, na terça, na quarta, na quinta, na sexta, no sábado... nós estivéssemos nas ruas, nas prisões, nos hospitais, nos orfanatos, nas escolas, nas casas de outras pessoas, outras famílias e também na nossa, fazendo em tudo que nossos olhos, nossas mãos, nosso CORAÇÃO tocasse a sua obra de amor. Em cada gesto lutando contra nós mesmo para esquecermos de nós em prol do próximo. Alguém disse que seria fácil? Não; mas temos de lutar contra nós mesmos.
A minha vida pertence ao Criador e onde eu estiver foi Ele quem desejou primeiro que ali eu estivesse.
E essa semana, apesar da catapora da Sarah, da constipação da Raquel, foi infinitamente abençoada porque pude partilhar da presença da minha amada irmãzinha Emmanuela que veio me visitar, como foi abençoada a ajuda que me deu olhando a Sarah no auge de sua catapora para podermos levar a Raquel na neuropediatra a qual esperávamos a consulta há dois meses exatos, e esse domingo prazeroso e maravilhoso com minha querida prima, minha tia Regina e o lindo do João Pedro...
Desejo a todos que lerem esse texto uma semana repleta do amor do meu Pai Celestial!
Aline N. T. -- 22h24min -- 27.05.2006
Aline N. T. --
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sábado, 26 de maio de 2012
Regresso! Às letras! Mas, nunca, de fato, as deixei!
![]() |
| Típica moradia paranense. Imagem original do site:
http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=5123 |
Retorno à Casa Amada
Bom dia!!!
Eu pensei mil maneiras de retornar à casa amada,
olhem, puxa vida, mas olhem
por toda a parte,
vejam os cantos e rebarburas
por todo lado há teias de aranha!
Vejam em minhas suaves mãos:
vassoura, espanador e muita disposição
melhor ainda, inspiração!
Oh! Que bom, mas que bom!
Tudo de importante está ainda aqui!
O escudo invisível
que os salteadores afastam, tudo guardou!
Olhe a sala, os quartos, a cozinha,
atelier de ideias, o jardim, ah, o jardim e...
ah, até o banheiro, está tudo na mais
bela e perfeita ordem.
Qee saudade, ah, que saudades
de usar e abusar de todos os cômodos
da minha saudosa casinha.com
Obrigada por vocês existirem,
olhos desconhecidos,
corações parecidos!
Curiosas sentinelas
silentes, falantes
que sentiram a falta de mim!
Vocês, leitores, são a razão
porque existo.
Eu, a Aline-Escritora.
São alguns meses sem postar
mas nenhum minuto sem sonhar.
Quantas coisas vivi
quantos fatos eu vi
quantos rios passaram em mim
desaguaram, desaguaram
desaguam sem fim
sem fim...
desde que esse meu recanto,
pela última vez eu deixei.
Recanto amado,
vale de poesia e prosa
saibam, tudo já foi gestado!
Agora é hora de parir.
É tempo de parto,
é tempo de parto...
Nasceu a Raquel
Floresceu a Sarah,
amou-me ainda mais meu Matheus
e o tempo é chegado,
de refestelar-me na espreguiçadeira de palha
do meu blog amado
à sombra dos olhares
dos leitores estimados!
Mil maneiras eu pensei para retornar,
trago, contudo, na mala do regresso
o anseio e a infinita inspiração:
assistam-me.
Estou em processo!
Assistam-me!
Hei de trazer,
de pouco em pouco
quão o tempo de mãe permitir-me
tudo que esse coração
alma,
mente,
devaneio,
sossego,
imaginação,
rios navegados (ou vencidos no braço)
permitirem!
Obrigada por me receberem de volta.
Nasceu a Raquel...
ou fui eu quem tive a oportunidade de,
de renascer?
Aline N. T. -- 11h36min -- 26.05.2012
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Aline Negosseki Teixeira
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quarta-feira, 14 de março de 2012
A Ferida Amorosa
Tinha sido sempre uma boa filha.
Fora as normais mudanças de humor que a puberdade e a imaturidade causam na adolescência, ela nunca dera dera nenhum desgosto significativo para sua mãe.
Ela amava tanto sua mãe, que naquelas épocas que ainda não tinha sua família, desejara falecer, num hipotético dia vindouro, antes dela, para não ter de padecer o sofrimento da sua ausência. Depois, bem depois, quando se tornou mãe, compreendeu que era uma dor muito maior perder um filho ou filha, e imaginou o que sua mãe sentiria, casso fosse assim, e, por isso, esqueceu esse temor tão comum na infância.
Sua mãe era bem doce, disponível, cheia de sabedorias as quais a filha apreendia bem, guardando-as no relicário de seu coração quais pérolas únicas, raras.
O cheiro dela era tão delicioso, o modo que sorria tão cativante e o afeto que despertava tão imenso que o sonho dessa filha era morar ao lado de sua casa, no quintal quem sabe. O mais próxima possível. Tinha seu quarto, mas dormia mesmo no calor do lombo da progenitora, numa boa canseira de conversas cheias de sorrisos ou profundidades as quais jamais deparou-se em igual. Até o dia de seu casamento, o quarto dessa filha era um mero enfeite, lugar de guarda de matéria.
Depois que se casou, e quando esperava a netinha tão querida dessa avó, ia todos os dias comer o almoço bom que a mãe fazia com amor e dormia o gostoso e abandonado sono da tarde naquelas preciosas costelas, embalada pela voz aveludada que fazia planos e ensinava.
Muita coisa aconteceu depois. Maravilhosas, doloridas, tantas, tantas...
Os anos trouxeram o futuro que chega nos resvalar da continuidade dos dias.
O bebê adorado da vovó crescia, doce netinha, e, distante dela, ansiava por uma companheira, uma amiga, uma coisinha terna, uma filhotinha. Queria uma irmã. Ela ajoelhava-se e pedia ao Criador, que lhe concedesse uma sementinha que fosse abrigada no ventre de sua mãe e, um dia, seu desejo foi atendido.
Já houvera tantas saudades, tantas saudades... Enfim um consolo! Não seria o motivo perfeito para o regresso daquela amada que partira para onde as aves não gorjeiam como cá? Sim! Era certo que isso aconteceria, cada dia, cada semana, os planos, as providências. Mas, quem pode compreender o propósito das folhas caírem das árvores? Nenhuma cairá se não for pela vontade d'Aquele que as criou.
As situações já tinham ensinado a filha a não depender do que a mãe fazia por ela. As situações muitas vezes são doloridas, mas são para o crescimento interno e externo de um filho. É dolorido como a morte, mas útil como o trabalho.
O Pai do céu abençoou, e em toda sua compaixão, compensou a filha por tantas coisas que o vil livre arbítrio de alguns lhe fizeram. Como explicar? Os detalhes perdidos ofuscariam o fabuloso desnovelar da história. Comparável ao amor sem igual da mãe pela filha, havia apenas a do esposo por ela.
Contudo, pessoas são insubstituíveis. A sensibilidade de quem sentiu uma falta na carne e na alma, sabe disso. A presença do esposa a enchia de plenitude, a ausência da mãe a conturbava e sangrava suas emoções. Pessoas não são substituíveis.
E, então, as solicitudes da vida nos fazem fraquejar, sofrer.
Uma barriga de muitos meses de gestação, os sentimentos controversos exacerbados pelo efeito dos hormônios e do mistério de outra vida, contraditoriamente interligada e individual, sendo criada dentro de si causam as mais impressionantes reações. Só quem as vive pode sabê-lo.
Por mais que uma pessoa compreenda que é certo que a vida contém aflição e se console nas maravilhas que o Criador lhe dá, por vezes ela se entrega a sentimentos humanos, frutos da carne, causadores de tanto sofrimento.
Ela queria sua mãe, que queria cuidar dela e de seus sintomas que a enchiam de carência e fraqueza. E havia quem não permitisse. Como descrever a injustiça? Senti-la é mais que o suficiente para saber a dor que ela causa. Sente-se, por vezes, presa com ela, nessa cadeia aparentemente eterna. Quem pode compreender como se ligam dois seres que estão ligados, posto que um foi formado dentro do outro? Soma-se mais. As solicitudes da vida causam canseira física, mental. As tarefas se acumulam. Já não é possível completar os intentos das necessidades que se impõem. Os dias são implacáveis. O calor atormenta. Ferve o ânimo. O esposo, tão querido, faz o que está ao alcance para tornar tudo mais fácil, justo. Porém, algumas coisas escapam por entre os dedos. Entraves emocionais não permitem que a alegria tão grande que, em contraste a difícil situação, escorrem pelas fresta do lar, seja completa em cem por cento.
Num dia terrível tudo culmina.
A fúria vence em lugar de todos os aprendizados de mansidão e longanimidade.
A despeito da fraqueza, do peso no ventre, as roupas precisam ser estendidas, a louça lavada, a comida feita, o dia superado e ela ergue-se na raiva incalculada da sensação de injustiçada e vai lá fora para estender as roupas. Pragueja as injustiças. As lembranças perdoadas de um passado remoto voltam com a fúria de uma catarata selvagem. Ela sofre. Pragueja. O esposo faz o possível para acalmá-la, para aliviar o "peso" duplo que ela carrega. Um peso tão grande que ela insiste em carregar vez por outra. Ele é tão amigo e gentil. Mas os olhos dela estão nublados, a dor torna sua percepção deficiente.
De seus lábios discorrem um vendaval. Ela não está conformada com a injustiça.
E, por conta disso, não consegue, em sua cegueira de angustia, enxergar o arco-íris que seu Pai há muito lhe dedicou. Sofre o esposo, sentindo-se sem saída, sem meios de aliviar tudo aquilo, ajuda-a na tarefa de pendurar as roupas e diz verdades que ela ouve, mas não escuta.
Havia sob o mato, escondida uma madeira e um prego enferrujado o qual ela em seus caminhares confusos até a bacia de roupas, fincou o pé e o grito escapou estridente, sofrendo duplamente agora: na alma e na carne. O sangue jorra do buraco que ficou e o marido aproxima-se ligeiro, com desespero. Aflito, diz que ela não poderá tomar vacina, o bebê, a dor... ai, ai, ai! As lágrimas femininas. Alma e carne feridas. A providência nem é refletida, é instantânea. Sua boca se aproxima do pé da amada, que tenta impedi-lo. Ele ignora, ela teima, objeta o fato de o que ele pretende ser nojento. Ele mal escuta e, arrancando-lhe o calçado, encosta os lábios em seu ferimento e suga qualquer coisa que possa ser maligna à saúde daquele ser que ele sabe, foi tirada da sua própria costela, certa vez, milênios atrás. Não sobra nada. Apenas a ordem que ela vá fazer a assepsia devida na pequena ferida que já não dói.
Tudo passou.
Ela caminha para casa e, sob o olhar preocupado da filha, lava o machucado com álcool experimentando, agora, uma dor boa. A dor do verdadeiro amor.
A despeito de tocas as coisas, todas as injustiças que aqueles deficientes de amor causam, ela experimenta o que é a misericórdia.
Ouve a velha e boa voz falar dentro de sua mente:
- Não vê como te amo? Como sempre cuidei de você? É assim que eu cuido daqueles a quem amo. Dando-lhes amor.
Ela conhece aquela voz muito bem e sabe, que ninguém a arrebatará dEle.
A revolta desaparece do coração, muitos diriam, como por mágica. Mas não é. É revelação. Às vezes, é de dor que precisamos para enxergar. Às vezes, o colírio necessário para que vejamos é a compaixão.
Diante do amor, da compaixão o resto se acaba, desvanece, desaparece... restando a gratidão que nunca será o suficiente.
A pequena ferida no meu pé, jamais poderá ser comparada àquela chaga que o Salvador recebeu, suportou e perpetuamente levará em si, por amor tão grande de mim, de nós. Mas foi um mínimo, do ínfimo, do menor reflexo do que Ele sentiu para que hoje eu fosse habitante da luz, liberta de minhas próprias prisões.
Tudo que eu peço é que esse Pai amoroso, presente, Salvador justo e bondoso me ensine como a amar assim. No repente da situação, e na terrível tortura que a distância impõem.
Aline N. T. -- 15h20min
Postado por
Aline Negosseki Teixeira
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