Cananéia completa 495 anos e homenageia Aline Teixeira com Título de Cidadã Cananeense

13 de agosto de 2026
Sessão solene realizada pela Câmara Municipal marcou o aniversário do município e reconheceu a atuação de Aline Teixeira em ações sociais e na preservação do patrimônio natural e cultural da cidade.

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Imagem: Acácia Gutierrez / Itaquera em Notícias



Cananéia completou, na noite desta quarta-feira (12), 495 anos de emancipação político-administrativa. Às vésperas de completar cinco séculos, o município é conhecido como o primeiro povoado do Brasil e é tombado pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade. A cultura caiçara, o complexo do Lagamar e as belezas naturais do Parque Estadual da Ilha do Cardoso são alguns dos destaques do município, especialmente nas áreas de turismo e preservação da Mata Atlântica.

Para marcar a data, a Câmara Municipal realizou uma sessão solene em comemoração ao aniversário da cidade. Durante a cerimônia, a colunista do Jornal Itaquera em Notícias, Aline Teixeira, recebeu o Título de Cidadã Cananeense. A honraria foi proposta pelo 1º secretário do Poder Legislativo Municipal, vereador Heitor da Silva.


Ao justificar a homenagem, o vereador destacou a relação de Aline com o município. “Aline já tem um vínculo há muito tempo com Cananéia, vem desenvolvendo um grande trabalho em nosso município, com ações sociais, e isso é muito bonito. Sua relação na cidade é marcada por amizade, respeito, admiração e compromisso com a preservação do patrimônio natural e cultural. Uma pessoa que reconhece que proteger Cananéia é, também, valorizar as pessoas, sua história e suas futuras gerações”, afirmou.

Em seu discurso, Aline Teixeira agradeceu pelo título e pelo reconhecimento. “Meu compromisso com a cidade é que ela possa crescer cada vez mais, e a gente precisa dessa ajuda, eu quero ser essa ajuda”, declarou. Também participou da sessão o pai de Aline e presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Ricardo Teixeira, que parabenizou Cananéia pelo aniversário e falou sobre sua relação familiar com o município. “Eu conheço Cananéia desde 1998, esse é o lugar mais lindo do mundo”, disse.

O prefeito de Cananéia, André Sanches, também parabenizou Aline e os demais homenageados durante a solenidade. “Todos têm uma participação na vida da nossa cidade... esse título, além de ser um prêmio e reconhecimento, é uma responsabilidade que vocês carregam”, afirmou.




Veja a matéria original em: https://itaqueraemnoticias.com.br/noticia/170176/cananeia-completa-495-anos-e-homenageia-aline-teixeira-com-titulo-de-cidada-cananeense

14 de julho de 2026
A reportagem exibida pelo Fantástico neste fim de semana reacendeu um debate urgente sobre a violência contra a mulher. As denúncias contra o influenciador Cartolouco, feitas por ex-companheiras e atualmente investigadas pela Justiça, ganharam grande repercussão não apenas pela gravidade dos relatos, mas por evidenciarem um aspecto comum em muitos casos de violência doméstica: o ciclo da violência. O influenciador nega as acusações e afirma que apresentará sua defesa. Uma das perguntas que mais surgem quando casos como esse vêm à tona é: "Por que ela voltou?". A resposta é muito mais complexa do que parece. Relações abusivas dificilmente começam com agressões físicas. Elas costumam ser construídas aos poucos, entre demonstrações de carinho, pedidos de desculpas, promessas de mudança e episódios de violência. Esse movimento é conhecido por especialistas como ciclo da violência. Depois da agressão vem o arrependimento, seguido pela chamada "fase da lua de mel", quando o agressor promete que tudo será diferente. É justamente nesse momento que muitas mulheres acreditam que o relacionamento pode ser reconstruído. Não é ingenuidade. É uma combinação de manipulação emocional, esperança, medo, dependência financeira, baixa autoestima e isolamento. Julgar quem permanece em uma relação abusiva é ignorar toda a complexidade que existe por trás dessa decisão. O caso também trouxe à tona uma discussão importante sobre os desafios da rede de proteção. Uma das ex-companheiras relatou que deixou de contar com medida protetiva após o arquivamento do procedimento relacionado ao seu caso. Independentemente das razões jurídicas de cada processo, essa situação levanta uma reflexão necessária: muitas mulheres ainda se sentem desprotegidas quando o sistema deixa de oferecer mecanismos de proteção enquanto o medo permanece presente. A Lei Maria da Penha representa um dos maiores avanços na defesa das mulheres no Brasil, mas sua efetividade depende de uma aplicação rápida, integrada e capaz de acompanhar a realidade das vítimas, especialmente quando há risco de reiteração da violência. Outro ponto importante revelado pela reportagem foi a atitude das ex-companheiras de compartilharem suas experiências. Quando as mulheres percebem que viveram situações semelhantes, elas deixam de acreditar que estavam sozinhas ou que "era coisa da própria cabeça". Esse movimento fortalece vítimas, rompe o isolamento e incentiva outras mulheres a reconhecerem sinais de violência e buscarem ajuda. Mais do que expor um caso, elas mostraram como a união entre mulheres pode encorajar outras vítimas a romperem o silêncio.  Eu sou Aline Teixeira e acredito que enfrentar a violência contra a mulher começa quando deixamos de perguntar por que ela voltou e passamos a perguntar por que tantas mulheres ainda encontram barreiras para sair de uma relação abusiva, inclusive na justiça. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
14 de julho de 2026
Quando falamos sobre trabalho, normalmente pensamos no emprego formal, na jornada registrada em carteira ou no empreendedorismo. Mas existe uma outra jornada, silenciosa e indispensável, que continua recaindo majoritariamente sobre as mulheres: o trabalho não remunerado. Segundo dados do IBGE, as mulheres dedicam, em média, quase o dobro do tempo dos homens aos afazeres domésticos e ao cuidado de crianças, idosos e familiares. Quando essa responsabilidade se soma ao trabalho remunerado, nasce a conhecida dupla jornada. Para muitas, ela se transforma em tripla jornada, conciliando emprego, cuidados com a casa, estudos ou uma segunda fonte de renda para complementar o orçamento familiar. Essa realidade ajuda a explicar por que tantas mulheres aceitam condições de trabalho precárias, jornadas excessivas ou empregos abaixo de sua qualificação. Muitas são chefes de família e sabem que abrir mão daquela renda pode significar colocar em risco o sustento dos filhos. Dados do IBGE também mostram que milhões de lares brasileiros têm mulheres como principais responsáveis pela renda da casa. Ainda assim, elas continuam enfrentando desigualdade salarial, menor acesso a cargos de liderança e maior dificuldade para equilibrar vida profissional e responsabilidades familiares. Valorizar o trabalho feminino também significa reconhecer aquilo que não aparece na folha de pagamento. O cuidado, a organização da casa e o apoio à família movimentam a economia e garantem o funcionamento da sociedade, embora ainda sejam vistos como uma obrigação exclusivamente feminina.  Eu sou Aline Teixeira e acredito que construir um país mais justo passa por reconhecer o valor do trabalho das mulheres, dentro e fora de casa. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.