Aline Teixeira
Mais voz, mais vez, mais futuro pra quem sempre foi deixado pra depois.
Cuidado e compromisso com os direitos das mulheres, saúde mental como prioridade pública, proteção e bem-estar animal, inclusão das periferias nas políticas públicas.

“Cuidar, proteger e estruturar é a base de uma política que transforma.
Respeito e espaço de fala são direitos, não privilégios."
ALINE TEIXEIRA, Suplente Dep. Estadual
Marque uma Agenda
Sabemos que existem muitas demandas e projetos. Para que entender seu propósito, agende uma reunião comigo ou minha equipe.
Falaremos sobre o seu caso e encontraremos o melhor caminho para atender às suas necessidades.
“Justiça social começa quando a política olha pra quem nunca foi prioridade.”
Aline Teixeira
Notícias e Novidades

7 de janeiro de 2026
Nos últimos anos, muito se falou sobre saúde mental e isso é um avanço. Mas, quando olhamos de perto, ainda são poucos os espaços que acolhem quem passa o dia inteiro cuidando dos outros. Médicos, enfermeiros, professores, assistentes sociais, cuidadores de idosos, mães solo, voluntários… Pessoas que fazem da escuta, do acolhimento e da dedicação a sua rotina. Gente que sustenta o mundo enquanto o mundo esquece de sustentá-los. A verdade é que quem cuida também adoece. E, quase sempre, adoece em silêncio. É o esgotamento que vai se acumulando, o cansaço que não passa, a dor de cabeça que vira insônia, a irritação que vira culpa. Muitos desses profissionais seguem em frente porque “não dá pra parar”. Mas o preço desse “dar conta de tudo” é alto demais. O cuidado é, antes de tudo, um ato de humanidade. Mas quando ele não é recíproco, vira uma forma lenta de desgaste. O corpo e a mente não aguentam viver permanentemente no modo emergência. É o que chamamos hoje de fadiga da compaixão, um fenômeno que atinge cada vez mais quem trabalha ajudando os outros. E aqui entra a importância das políticas públicas. Quando o Estado oferece suporte psicológico, estrutura, pausas, reconhecimento e salários dignos, não está apenas ajudando o profissional, está garantindo que o cuidado siga vivo, humano e possível. Nos hospitais, nas escolas e nos lares, há uma exaustão coletiva que precisa ser nomeada. Precisamos romper o silêncio e falar sobre a dor de quem sustenta os outros. Precisamos entender que o cuidado não pode continuar sendo sinônimo de sacrifício. Cuidar de quem cuida é garantir que o cuidado continue existindo. É entender que empatia também se pratica de dentro pra fora. Que ninguém é fonte inesgotável. Que toda dedicação precisa de retorno, de pausa, de amparo. Sou Aline Teixeira, e acredito que cuidar de quem cuida é o primeiro passo para reconstruir uma sociedade mais saudável. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.

17 de dezembro de 2025
O futuro de um país não começa no Palácio do Planalto. Começa nas creches. Nos primeiros anos de vida, quando uma criança aprende a andar, a falar, a confiar. É ali, no colo e no cuidado, que se formam as bases emocionais, cognitivas e sociais que acompanharão cada pessoa pelo resto da vida. Mas no Brasil, o acesso à educação infantil ainda é um privilégio. Em muitas cidades, mães esperam meses (às vezes anos) por uma vaga. E, enquanto isso, precisam escolher entre trabalhar ou cuidar dos filhos. É uma escolha cruel. A creche não é apenas um espaço para “deixar a criança” enquanto os pais trabalham. É um espaço de formação, de acolhimento, de desenvolvimento humano. Quando uma criança tem acesso a uma educação de qualidade desde cedo, ela cresce com mais autonomia, mais empatia e mais chance de romper o ciclo da pobreza. Garantir vagas em creches públicas é, portanto, uma decisão econômica e social, não apenas educacional. Cada vaga aberta é uma mulher que volta ao mercado de trabalho, é uma família com mais estabilidade financeira, é uma criança com mais oportunidade de aprender e crescer. Se quisermos um país mais justo, precisamos começar pelas crianças. É nas políticas para a primeira infância que se constrói o verdadeiro futuro, aquele que não depende de slogans, mas de ações concretas: creches acessíveis, professores valorizados, alimentação adequada e acompanhamento psicológico. O desenvolvimento de uma sociedade começa no colo. É ali que nascem a segurança, a confiança e a esperança. Sou Aline Teixeira, e acredito que cuidar das crianças é cuidar do país. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.

15 de dezembro de 2025
O colapso no transporte público de São Paulo — como o que vimos na Linha 11-Coral — não é apenas um problema técnico. É um problema social, econômico e de gênero. Sempre que um trem para, quando uma linha sofre panes, atrasos ou superlotação, o impacto recai de forma muito maior sobre as mulheres. Isso acontece porque elas dependem mais do transporte público, têm jornadas mais fragmentadas e lidam com responsabilidades que o sistema insiste em tratar como “assuntos privados”: levar e buscar filhos na escola, cuidar de idosos, trabalhar longe de casa e realizar tarefas que exigem múltiplos deslocamentos diários. Quando o trem quebra, não é apenas o horário de trabalho que se perde. É a vaga da creche que chega perto de ser cancelada. É a advertência no emprego, mesmo quando a culpa não é da trabalhadora. É a criança esperando mais tempo do que deveria. É a mulher voltando mais tarde, agora exposta a riscos maiores. Falhas de mobilidade urbana não afetam todo mundo da mesma maneira. Elas ampliam desigualdades — especialmente para quem já enfrenta dificuldades estruturais. Em vagões lotados, as mulheres são alvo fácil de assédio. Em estações sem segurança, correm risco de violência. Em trajetos noturnos, sentem medo legítimo. Falar de mobilidade, portanto, é falar de segurança pública, saúde mental, acesso ao trabalho e autonomia feminina. Um transporte eficiente reduz estresse, aumenta produtividade, diminui evasão escolar e protege vidas. Mas tudo isso só funciona quando o poder público enxerga a mobilidade como política essencial e não como gasto. Enquanto essas medidas não são tomadas, continuamos repetindo o mesmo ciclo: trabalhador atrasado, mãe sobrecarregada, usuárias expostas a risco e uma sensação generalizada de abandono.





