Mães que cuidam também precisam se cuidar

4 de maio de 2026

O Dia das Mães costuma ser marcado por homenagens, carinho e reconhecimento.

E, de fato, maternar é um dos gestos mais profundos de cuidado que existem. É presença, entrega, atenção e amor em suas mais diversas formas.


Mas, em meio a tudo isso, existe uma pergunta que precisa ser feita com mais frequência: quem cuida de quem cuida?


Muitas mães se tornam referência de força, acolhimento e suporte para todos ao seu redor. Estão presentes nos momentos difíceis, oferecem colo, orientam, organizam, resolvem. São, muitas vezes, o ponto de equilíbrio dentro de casa. Mas, ao longo dessa jornada, é comum que acabem deixando a si mesmas em segundo plano.


E é justamente aqui que mora um ponto importante: cuidar do outro não pode significar esquecer de si.


Falar sobre autocuidado na maternidade não é sobre egoísmo, é sobre equilíbrio.

É entender que, para continuar oferecendo apoio, também é necessário estar bem.

Que olhar para as próprias emoções, respeitar limites e reconhecer o próprio cansaço faz parte de um cuidado mais completo.


Uma mãe que se escuta, que se respeita e que se permite pausar também está ensinando. Está mostrando, na prática, que o cuidado começa de dentro para fora. Que sentir, precisar e se priorizar não diminui o amor, só o fortalece.



Eu sou Aline Teixeira e acredito que mães que se cuidam também ensinam o valor do respeito, do equilíbrio e do amor próprio. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.


16 de junho de 2026
Nos últimos dias, o esporte voltou a mostrar uma realidade que vai muito além dos resultados dentro das quadras e dos campos. Enquanto as atenções do público, da imprensa e dos patrocinadores já começam a se voltar para a Copa do Mundo masculina, as seleções femininas brasileiras seguem conquistando resultados expressivos com uma visibilidade muito menor. Na última semana, tanto a Seleção Brasileira Feminina de Futebol quanto a Seleção Feminina de Vôlei conquistaram importantes vitórias, reafirmando o alto nível técnico das atletas brasileiras. Ainda assim, a repercussão ficou distante daquela destinada às competições masculinas, mesmo quando os resultados esportivos das mulheres são igualmente relevantes. A diferença não está apenas na cobertura da mídia. Ela também aparece nos investimentos, nos contratos de patrocínio, na audiência estimulada pelas transmissões e no espaço dedicado às atletas nos debates esportivos. Durante décadas, o esporte feminino precisou lutar não apenas por títulos, mas pelo direito de existir, competir e ser reconhecido. Nos últimos anos, houve avanços importantes. O futebol feminino conquistou mais espaço, o vôlei feminino se consolidou como uma potência internacional e diversas atletas brasileiras se tornaram referências mundiais. Mas ainda existe uma desigualdade evidente quando o assunto é atenção pública.  Não se trata de criar uma disputa entre homens e mulheres. Trata-se de reconhecer que o desempenho esportivo merece valorização independentemente do gênero. Quando uma atleta veste a camisa do Brasil e conquista resultados expressivos, ela também representa o país, inspira meninas e ajuda a construir o futuro do esporte. Eu sou Aline Teixeira e acredito que apoiar o esporte feminino não é apenas uma questão de igualdade, é reconhecer o talento, a dedicação e as conquistas de mulheres que há muito tempo já provaram que merecem estar no centro da torcida brasileira. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
Por Redação 15 de junho de 2026
Por Aline TeixeiraUma adolescente de 17 anos foi vítima de violência sexual após pedir informação a um homem nas proximidades da estação Tatuapé, em São Paulo. Segundo a investigação, ela estava perdida, procurava ajuda para chegar ao metrô e acabou sendo conduzida pelo agressor para um local isolado, onde o crime aconteceu. O suspeito foi…