Feminicídio não é tragédia anunciada, é falha estrutural

5 de fevereiro de 2026

Os dados mais recentes sobre feminicídio no Brasil reforçam uma realidade que já deveria ter provocado respostas muito mais duras do Estado e da sociedade.


Mulheres seguem sendo assassinadas todos os dias, muitas vezes por homens que fazem parte do seu convívio ou do seu cotidiano.


O caso recente da mulher morta pelo próprio síndico do prédio onde morava escancara essa lógica perversa: a violência não está apenas dentro de casa, ela também habita espaços que deveriam representar segurança.


Esse crime não pode ser tratado como um surto individual ou uma tragédia isolada.

Ele revela como o feminicídio é precedido por relações de poder, controle, silenciamento e falhas institucionais.


Quantas mulheres convivem diariamente com seus agressores em ambientes onde não há escuta, acolhimento ou mecanismos eficazes de proteção?


Quantos sinais foram ignorados antes que a violência chegasse ao extremo?


O feminicídio não começa no dia do assassinato.


Ele se constrói na negligência, na naturalização da agressividade, na dificuldade de acesso à rede de proteção e na ausência de políticas públicas que funcionem na prática.


Quando uma mulher é morta, houve uma sucessão de omissões antes disso — sociais, culturais e institucionais.

Não basta reagir depois da morte. É preciso investir em prevenção, educação emocional, fortalecimento da rede de apoio e políticas públicas integradas que enxerguem a mulher como sujeito de direitos, não como estatística.


Eu sou Aline Teixeira e acredito que enfrentar o feminicídio exige coragem política, compromisso social e ações concretas antes que a violência chegue ao ponto irreversível.


Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial

16 de junho de 2026
Nos últimos dias, o esporte voltou a mostrar uma realidade que vai muito além dos resultados dentro das quadras e dos campos. Enquanto as atenções do público, da imprensa e dos patrocinadores já começam a se voltar para a Copa do Mundo masculina, as seleções femininas brasileiras seguem conquistando resultados expressivos com uma visibilidade muito menor. Na última semana, tanto a Seleção Brasileira Feminina de Futebol quanto a Seleção Feminina de Vôlei conquistaram importantes vitórias, reafirmando o alto nível técnico das atletas brasileiras. Ainda assim, a repercussão ficou distante daquela destinada às competições masculinas, mesmo quando os resultados esportivos das mulheres são igualmente relevantes. A diferença não está apenas na cobertura da mídia. Ela também aparece nos investimentos, nos contratos de patrocínio, na audiência estimulada pelas transmissões e no espaço dedicado às atletas nos debates esportivos. Durante décadas, o esporte feminino precisou lutar não apenas por títulos, mas pelo direito de existir, competir e ser reconhecido. Nos últimos anos, houve avanços importantes. O futebol feminino conquistou mais espaço, o vôlei feminino se consolidou como uma potência internacional e diversas atletas brasileiras se tornaram referências mundiais. Mas ainda existe uma desigualdade evidente quando o assunto é atenção pública.  Não se trata de criar uma disputa entre homens e mulheres. Trata-se de reconhecer que o desempenho esportivo merece valorização independentemente do gênero. Quando uma atleta veste a camisa do Brasil e conquista resultados expressivos, ela também representa o país, inspira meninas e ajuda a construir o futuro do esporte. Eu sou Aline Teixeira e acredito que apoiar o esporte feminino não é apenas uma questão de igualdade, é reconhecer o talento, a dedicação e as conquistas de mulheres que há muito tempo já provaram que merecem estar no centro da torcida brasileira. Se você também acredita, me acompanhe nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
Por Redação 15 de junho de 2026
Por Aline TeixeiraUma adolescente de 17 anos foi vítima de violência sexual após pedir informação a um homem nas proximidades da estação Tatuapé, em São Paulo. Segundo a investigação, ela estava perdida, procurava ajuda para chegar ao metrô e acabou sendo conduzida pelo agressor para um local isolado, onde o crime aconteceu. O suspeito foi…